Também sou hiperbólico, hehehehe. Metaforicamente já morri, e matei.
Fico contente que queira ler "A pedra da realidade". Considero "A pedra" um livro "podre", onde experimento algumas coisas, brinco com outras... Não acredito em palavrões, acredito em tom de voz (que pode transformar palavras em palavrões). Acho uma boa começar pelo "pedra", e depois, quem sabe, "um arado rasgando a carne".
Quanto ao link: gentileza nenhuma. Gostei (e muito) do que li lá no site, por isso coloquei o link.
9 Comments:
longa vida aos cânceres metafóricos...
Rubens!
Obrigado pela visita.
Muito bom!
Abraço,
Ádlei.
Ádlei!
E não é?
É sim, amigo! Que seríamos nós, não fôssemos comigos lentamente por esse câncer?!?!?
Já me declararam hiperbólica. Pois é... Metafórica, já morri mil vezes. Conheço TODOS os segredos. rs rs rs
Cláudio, adorei o poema!
Aliás... Estou no caminho certo se eleger "A Pedra da Realidade" como primeiro livro seu para ler? Que acha? É uma boa? Ou deveria começar por outro?
Vou passeando...
Abraços,
Bianca W.
PS: Rapaz, que gentileza a sua em colocar um link para o meu site lá nas "mulheres". Oh Gott... Danke schön! :)
Bianca!
Também sou hiperbólico, hehehehe.
Metaforicamente já morri, e matei.
Fico contente que queira ler "A pedra da realidade". Considero "A pedra" um livro "podre", onde experimento algumas coisas, brinco com outras... Não acredito em palavrões, acredito em tom de voz (que pode transformar palavras em palavrões). Acho uma boa começar pelo "pedra", e depois, quem sabe, "um arado rasgando a carne".
Quanto ao link: gentileza nenhuma. Gostei (e muito) do que li lá no site, por isso coloquei o link.
Beijos,
CC
Adoro miúdos, Claúdio. Este, é simplesmente fantástico!
Abraço,
H.F.
Hercília!
Valeu!
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