PORQUE TE PROCURO
EM RARAS VISITAS
CURTÍSSIMAS
E PELO CAMINHO DE TUA CASA
ME ARRASTO
MISTO DE CULPA E HUMILHAÇÃO
E POR QUE TE PROCURO
AINDA
MINHA SENHORA?
PORQUE ÉS MINHA SINA
MINHA CRUZ
POR MAIS QUE ME AFASTE
DE TUA MORADA
É COMO SE TE LEVASSE ÀS COSTAS
PREGADA
Para aquela a quem um dia chamei de mãe.






10 Comments:
Gostei do poema desde a primeira vez que o li, quando me mandeste o e-book.
Você é necessário!
Abraços e sucesso.
Ádlei!
E você é absoluto, hehehehe.
visceral...
Cláudio,
sou absolutamente desnecessário, amigo! Mas, a gente vai "botando"! Hehehehehehehe!
Sucesso!
Douglas!
Obrigado pela visita.
Ádlei!
Botando que nem galinha polaca, hehehehehehehehehe.
Abraço,
CC
P.S: saudade das nossas conversas.
Vida que segue. Em dias que corrrem. Mas, um caminho dessa natureza é labirinto: pra voltar, é preciso ter ido. ;) Lá no fundo, o minotauro - isso é assim mesmo... Pra escapar, um belo par de asas (poéticas). Êxito - Exit. ;) Parabéns. Parabéns. Parabéns.
Poema denso demais. Difícil de encarar, difícil de comentar. Causa "rebuliços", parece uma homenagem torta. Já nem sei mais ha ha ha Acho que perdi o fio... Abraços!
Bianca!
Sim, é uma "homenagem" torta de um filho Cláudio (que claudica).
Teu comentário me deixou emocionado.
Obrigado pelas visitas.
CC
Olá meu caro, fiquei um tempo distante, mas retorno agora... e encontro essa beleza!!! Termino meu domingo bem paulistano (friozinho e garôa) muito bem com essa bela poesia...
Abraços...
Isac!
Quanto tempo!
Bom tê-lo de volta.
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